
TELI × MZ Group — proposta técnica, 3 de setembro de 2026
Vocês usam Zoom Webinar por dois motivos concretos, não por inércia: controle individual de microfone durante a sessão de perguntas, e redundância de servidor que já provou segurar uma queda de verdade. Esta proposta não é "WebRTC brasileiro genérico" — é a resposta a esses dois pontos, item por item.
Preparado para Thiago Kuhn — coordenação de audiovisual/comunicação, MZ Group. Referente à reunião de 03/09/2026, 15h.
Reunião de 03/09
"Eu consigo travar os microfones de todas as funções — quem entra como espectador só vê a transmissão. Na hora da pergunta, libero um a um."
É o motivo prático, não o simbólico, de vocês usarem Zoom Webinar hoje. Nenhum WebRTC nacional serve para esse uso sem esse controle específico.
Modo webinar com mudo geral por padrão, fila de pergunta por áudio e liberação individual do palestrante — desenhado junto com vocês, não genérico.
"A gente não fica 100% vendido, porque eles têm servidores em backup também na Europa e no México."
Hoje a TELI roda em servidor próprio, com backup no Brasil — não em três continentes. Dizer o contrário seria enganar vocês.
Estudo conjunto de redundância: alugar capacidade extra em pico, comprar servidor dedicado, ou montar infraestrutura exclusiva da MZ — a decisão é de vocês, com os números na mesa.
Personalização / white label
Isso não é WebRTC com a logo da MZ colada em cima. É a plataforma inteira sob a marca de vocês: cores, domínio próprio, o nome que vocês escolherem — MZ Arena, por exemplo, ideia que jogamos na reunião e o Thiago validou na hora. O investidor entra, assiste, pergunta, e nunca vê "TELI" na tela.
Interface, cores e URL de vocês — a TELI fica invisível pro convidado.
Configuráveis por evento, dentro da mesma marca.
Diferencial que a maioria das plataformas de webinar não oferece.
"A questão de ser o White Label acaba ajudando muito. O pessoal gosta muito de trazer essa função pra dentro, pensando que a gente consegue customizar, colocar as informações que seriam necessárias pra gente, a forma de realizar o webinar no caso — acho que acaba fazendo bastante sentido."
— Thiago, MZ Group, na reunião de 03/09
Em produção
Desenvolvido pela TELI, em produção há mais de 1 ano dentro da telemedicina — não é revenda de tecnologia de terceiro.
Mais de mil reuniões simultâneas no modelo um a um, uso diário da telemedicina.
Estudo de escalabilidade
Hoje testamos até 70 pessoas simultâneas por sala, com meta de 10 mil até o fim do ano. Isso ainda não é o pico de 300 a 3.000 que a MZ tem — o estudo mede exatamente essa distância antes de qualquer contrato.
Mudo geral + liberação individual de microfone precisa entrar no escopo técnico, especificado para o fluxo real de vocês.
Decidir junto se faz sentido replicar o padrão EUA/Europa/México do Zoom, ou se servidor dedicado + backup Brasil já cobre o risco que vocês toleram.
Dimensionar quantas máquinas — ou quanta nuvem alugada — sustentam uma bateria inteira sem degradar áudio/vídeo.
O dia de pico da MZ, hora a hora
Antes de propor arquitetura, vale desenhar exatamente o que a MZ já roda num dia cheio — é a régua do estudo de escalabilidade.
Thiago foi claro: a MZ trabalha com documentação regulada pela CVM, e por diretriz interna nenhum documento pode passar por uma IA antes de ser publicado oficialmente. Isso não é um obstáculo para resolver depois — é a condição de partida.
A resposta técnica é rodar o modelo dentro do servidor da própria MZ, sem acesso à internet. O conteúdo não trafega, não sai do prédio, e continua sob a mesma auditoria que já existe hoje.
Onde isso já ajuda sem tocar em documento sob embargo: transcrição padronizada de atas internas, automação de tarefas burocráticas, e um RAG interno para perguntas sobre dados que já não são sigilosos (base de clientes, histórico operacional).
Esta seção foi escrita para poder circular sozinha — se Thiago encaminhar só este link para quem cuida de IA/compliance na MZ, o contexto completo está aqui.