TELI × MZ Group — proposta técnica, 3 de setembro de 2026

Para o dia em que a divulgação de resultados não pode falhar.

Vocês usam Zoom Webinar por dois motivos concretos, não por inércia: controle individual de microfone durante a sessão de perguntas, e redundância de servidor que já provou segurar uma queda de verdade. Esta proposta não é "WebRTC brasileiro genérico" — é a resposta a esses dois pontos, item por item.

Preparado para Thiago Kuhn — coordenação de audiovisual/comunicação, MZ Group. Referente à reunião de 03/09/2026, 15h.

O que vocês nos contaram

Reunião de 03/09

Por que Zoom Webinar
Microfone travadoLiberação individual só para quem faz pergunta por áudio, com relatório de quem se conectou.
O risco regulatório
Multa diáriaEmpresa com capital aberto na B3 ou NASDAQ que atrasa a divulgação trimestral é multada por dia de atraso.
Prova sob falha real
Caso PetrobrasServidores do Zoom caíram; a redundância em EUA, Europa e México evitou perda total da transmissão.
Ritmo de pico
10–15 webinars/diaSimultâneos, concentrados em ~3 meses do ano, com 2 a 3 semanas de atividade diária intensa.
Público típico
300–500 pessoasMédia de 200 convidados + 10 palestrantes; ~10 clientes com licença até 1.000; 1 cliente fixo até 3.000.
Onde a IA esbarra
Confidencialidade CVM~99,9% dos documentos só podem ir a uma IA depois de publicados nos órgãos reguladores.

Os dois pontos que qualquer proposta precisa endereçar

O microfone

"Eu consigo travar os microfones de todas as funções — quem entra como espectador só vê a transmissão. Na hora da pergunta, libero um a um."

É o motivo prático, não o simbólico, de vocês usarem Zoom Webinar hoje. Nenhum WebRTC nacional serve para esse uso sem esse controle específico.

Modo webinar com mudo geral por padrão, fila de pergunta por áudio e liberação individual do palestrante — desenhado junto com vocês, não genérico.

A redundância

"A gente não fica 100% vendido, porque eles têm servidores em backup também na Europa e no México."

Hoje a TELI roda em servidor próprio, com backup no Brasil — não em três continentes. Dizer o contrário seria enganar vocês.

Estudo conjunto de redundância: alugar capacidade extra em pico, comprar servidor dedicado, ou montar infraestrutura exclusiva da MZ — a decisão é de vocês, com os números na mesa.

Um WebRTC com a cara da MZ — não da TELI

Personalização / white label

Isso não é WebRTC com a logo da MZ colada em cima. É a plataforma inteira sob a marca de vocês: cores, domínio próprio, o nome que vocês escolherem — MZ Arena, por exemplo, ideia que jogamos na reunião e o Thiago validou na hora. O investidor entra, assiste, pergunta, e nunca vê "TELI" na tela.

  • Marca e domínio da MZ

    Interface, cores e URL de vocês — a TELI fica invisível pro convidado.

  • Gravação, Libras e tradução automática

    Configuráveis por evento, dentro da mesma marca.

  • Compartilhamento de documento na própria transmissão

    Diferencial que a maioria das plataformas de webinar não oferece.

"A questão de ser o White Label acaba ajudando muito. O pessoal gosta muito de trazer essa função pra dentro, pensando que a gente consegue customizar, colocar as informações que seriam necessárias pra gente, a forma de realizar o webinar no caso — acho que acaba fazendo bastante sentido."

— Thiago, MZ Group, na reunião de 03/09

Onde já estamos prontos hoje

Em produção

O que ainda precisa ser desenhado com vocês

Estudo de escalabilidade

O dia de pico da MZ, hora a hora

O mesmo ritmo, do outro lado da infraestrutura.

Antes de propor arquitetura, vale desenhar exatamente o que a MZ já roda num dia cheio — é a régua do estudo de escalabilidade.

09:30 — 10:00
Sessão fechada
Teste técnico só com palestrantes.
10:00 — 11:00
Conteúdo aberto
~1h ao vivo com convidados e imprensa.
11:00 — 11:20
Pausa
20 minutos entre baterias.
11:20 —
Nova bateria
10 a 15 webinars simultâneos, de novo.
Trilha separada — para o responsável interno de IA

IA que nunca sai do prédio da MZ

Thiago foi claro: a MZ trabalha com documentação regulada pela CVM, e por diretriz interna nenhum documento pode passar por uma IA antes de ser publicado oficialmente. Isso não é um obstáculo para resolver depois — é a condição de partida.

A resposta técnica é rodar o modelo dentro do servidor da própria MZ, sem acesso à internet. O conteúdo não trafega, não sai do prédio, e continua sob a mesma auditoria que já existe hoje.

Onde isso já ajuda sem tocar em documento sob embargo: transcrição padronizada de atas internas, automação de tarefas burocráticas, e um RAG interno para perguntas sobre dados que já não são sigilosos (base de clientes, histórico operacional).

Esta seção foi escrita para poder circular sozinha — se Thiago encaminhar só este link para quem cuida de IA/compliance na MZ, o contexto completo está aqui.

Próximos passos

  1. TELI
    Vídeo de demonstração da plataformaGravação de tela mostrando o fluxo completo, por e-mail.
  2. TELI
    Estudo de escalabilidade e redundânciaDimensionado para o pico real da MZ — 300 a 3.000 espectadores, 10 a 15 webinars simultâneos.
  3. MZ
    Encaminhar a trilha de IAPara quem responde por IA/compliance internamente.
  4. MZ
    Avaliação com o superior de operaçõesIncluindo o processo de auditoria de segurança da MZ.
Gabriel Canhete
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